5 de maio de 2010

A gente merece mais !

Em discursos, propagandas e comícios, PSDB imita PT, assim como PT, o PSDB.


Os blablablas continuam os mesmos. O mote das reportagens, notícias e campanhas, sempre tem como foco as rixas internas dos partidos políticos, envolvendo as "estrelas" de cada um.

Por exemplo,
PSDB imita PT, assim como PT, o PSDB:

GERALDO ALCKMIN, pré-candidato pelo PSDB, ao governo do estado de São Paulo, prega, em seus discursos, a continuidade da gestão José Serra. Dilma Rousseff, pré-candidata pelo PT, à presidência, defende a continuação do trabalho de Lula.

ALOÍZIO MERCADANTE, pré-candidato pelo PT, ao governo do estado de São Paulo, "vomita" o slogan de Serra, dizendo que São Paulo "pode mais", criticando o governo do PSDB que está a frente do estado há quase 20 anos. Serra, pré-candidato pelo PSDB, à presidência, fazendo uso de seu "pode mais", critica a gestão Lula, atacando, silenciosamente, a campanha de Dilma.

Resumindo a ópera, Geraldo Alckmin imita Dilma Rousseff, assim como Aloizio Mercadante copia José Serra.

E eu pergunto-lhe: o quê que a gente tem a ver com isso, fala a verdade? Quase nada! O que é pra ser discutido, de fato, quase não se vê. É troca de insultos pra cá, disse-me-disse pra lá; Dilma isso, Serra aquilo...

Estamos todos nós, cidadãos votantes, saturados com as briguinhas de partidos, discursos manipuladores e debates de legendas, cujas notícias são sempre superficias e se atêm à
política partidária.

Quero me informar e não me desinformar;

Quero utilidade no trato dos assuntos inerentes à política e não boatos e fofocas petistas-peessedebistas.


O que foi exposto, acima, diz respeito a análise de discursos. É importante que se faça essa
observação, para que dela se chegue à seguinte conclusão: são todos farinha do mesmo saco! [num português bem claro!]


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3 de maio de 2010

Estabilidade Democrática !

O Brasil tem evoluído vagarosamente e à pancadas.

José Sarney, quando presidente, embora tivesse fracassado no combate à inflação, com congelamentos mal planejados, permitiu, todavia, a convocação da Constituinte e a promulgação da Lei Suprema;



Fernando Collor, afastado da presidência da República, por escândalo menor que o do mensalão do PT, abriu a economia do país, do que se aproveitaram seus sucessores, entre eles, Itamar Franco [sim, ele foi presidente, já esqueceu?] e Fernando Henrique Cardoso;



Fernando Henrique Cardoso eliminou o processo inflacionário brasileiro. Administrou bem a economia, por tê-la controlado, apesar das várias crises mundias, de 1997 a 2002, entregando o país a Lula com os fundamentos da economia saneados e estáveis;




Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o poder com a economia mundial em crescimento e, aproveitando-se das conquistas de seus antecessores, fez o Brasil crescer menos que os países emergentes de expressão. Em contrapartida, é considerado o presidente das massas, o que mais fez pelo social.




Fragmentos de um artigo extraído do jornal Folha de São Paulo, com pequenas alterações pessoais.

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Um novo discurso é possível


PT e PSDB, mais uma vez no foco eleitoral. É tudo tão previsível. Isso não lhe cansa, caro leitor?

Em todas as eleições, é sempre essa mesmice que impera. Que tal experimentarmos novidades inteligentes? Você deve se perguntar: há alguma novidade inteligente? Eu respondo que sim. Existe outra opção, sim. Basta você, meu amigo leitor, se empenhar em descobri-la.

Longe de mim insinuar que os partidos citados são desprovidos de inteligência e capacidade suficiente para gerir o Estado. Quero salientar com esse post, a importância de se buscar o novo. Esse é o "barato" da democracia: tentar o novo, para que a esperança jamais pereça; inovar e renovar os discursos, sempre.

É possível? Sim, é possível!

Nossa! Parece até slogan de propaganda política: Yes, It's possible!
Permitamos mudar a cada dois, quatro anos...

Se há alguém tentando dividir o Brasil em pobres e ricos, pré-candidatos, há também a tentativa de se impor uma divisão irracional e alienante entre eleitores petistas e peessedebistas. Atenção!

Eleitor leitor, nós moldamos os políticos e não o contrário.

Yes, It's Possible!

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29 de abril de 2010


P E R I G O IMINENTE



"O PAC1 empacou e o PAC2 é, em parte, reprodução do PAC1, que não soube ser implementado por seus gestores, apesar de terem recursos.

Se o governo Lula sair do discurso eleitoral para uma gestão mais austera das contas públicas, talvez consiga concluir seu governo com bom saldo, sem inflação elevada. Se soltar as rédeas, SEU SUCESSOR terá problemas."



Ives Gandia da Silva Martins
Prof. emérito da Universidade Mackenzie

[Já vi esse filme em 2002...]

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